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Equipamentos para Embalagem a Vácuo: Saco Termoencolhível para Carnes | AXISVAC

  • 11 de ago.
  • 7 min de leitura

Para estruturar um bom autosserviço de carnes, não basta comprar uma seladora. O resultado depende da combinação entre equipamento, embalagem adequada, temperatura controlada, treinamento da equipe e padronização do processo.

Entre as soluções disponíveis para supermercados, açougues e centrais de produção, destaca-se a embalagem a vácuo com saco termoencolhível. O sistema reduz o contato da carne com o oxigênio, melhora a proteção do produto e proporciona uma apresentação mais profissional no ponto de venda.

Abílio Corrêa, CEO da AXISVAC e especialista em equipamentos e embalagens a vácuo, explica que a tecnologia pode transformar a operação do açougue quando é corretamente dimensionada.

“Só retirar o ar da embalagem já ajuda a desacelerar o processo de oxidação. Quando utilizamos um saco termoencolhível de alta barreira e fazemos o encolhimento em água com temperatura controlada, conseguimos uma embalagem mais resistente, ajustada ao produto e com excelente apresentação”, afirma Abílio.

Máquina seladora a vácuo AXISVAC com cortes de carne embalados, tampa aberta e painel de controle em ambiente industrial.

O que é a embalagem a vácuo termoencolhível?

A embalagem a vácuo termoencolhível utiliza um saco multicamadas desenvolvido para envolver carnes, queijos e outros alimentos. Dependendo da aplicação, o material pode oferecer uma barreira elevada contra oxigênio, umidade e agentes externos.

Depois que a carne é colocada no saco, uma seladora retira o ar e realiza a solda. Em seguida, a embalagem passa por um tanque de encolhimento com água aquecida em temperatura controlada.

O calor faz com que o saco se ajuste ao formato do produto, criando um efeito semelhante a uma segunda pele. O processo também pode tornar o material mais espesso e resistente contra abrasões e perfurações, conforme as características técnicas do filme utilizado.

O resultado é uma embalagem mais firme, uniforme e visualmente atrativa para o autosserviço.

Abílio Corrêa, CEO da AXISVAC e especialista em equipamentos e embalagens a vácuo

Quais equipamentos são necessários?

Uma solução completa para embalagem a vácuo termoencolhível normalmente é formada por três componentes principais.

1. Seladora a vácuo

A seladora é responsável por retirar o ar do interior da embalagem e realizar a solda do saco.

Existem máquinas de pequeno, médio e grande porte. A escolha deve considerar:

  • volume diário de produção;

  • tamanho das peças de carne;

  • dimensões da câmara;

  • comprimento e quantidade de barras de selagem;

  • capacidade da bomba de vácuo;

  • espaço disponível;

  • nível de produtividade desejado;

  • facilidade de limpeza e manutenção.

Uma seladora compacta pode atender açougues com menor volume. Para operações maiores, pode ser necessário utilizar equipamentos com câmaras amplas, duas barras de solda e bombas com maior capacidade.

2. Tanque de encolhimento

Depois da selagem, o pacote é mergulhado em água quente para que o saco encolha e se ajuste à carne.

Os tanques podem ser manuais ou automáticos.

Tipo de tanque

Indicação

Principal característica

Manual

Operações menores ou em fase de implantação

O operador realiza a imersão do pacote

Automático

Açougues e centrais com maior volume

Proporciona mais produtividade e repetibilidade

O tempo e a temperatura devem seguir as orientações do fabricante da embalagem e do equipamento. Um processo bem controlado evita exposições inadequadas ao calor e ajuda a manter um padrão entre os pacotes.

3. Saco a vácuo termoencolhível

A embalagem é tão importante quanto a máquina. O saco precisa ser compatível com o alimento, com a seladora, com o processo de encolhimento e com o período de conservação pretendido.

Existem diferentes níveis de barreira, espessuras, dimensões e resistências. Para peças com ossos ou partes pontiagudas, por exemplo, pode ser necessário utilizar materiais com maior resistência contra perfurações.

Os sacos de alta barreira são desenvolvidos para produtos sensíveis à exposição ao oxigênio e podem contribuir para preservar suas características durante a armazenagem e a comercialização.


Como funciona o processo de embalagem?

O processo pode ser organizado em seis etapas:

  1. A carne é preparada, porcionada e inspecionada.

  2. O produto é colocado no saco termoencolhível adequado.

  3. A abertura do saco é posicionada corretamente na barra da seladora.

  4. A máquina retira o ar e realiza a solda.

  5. O pacote é submetido ao tanque de encolhimento.

  6. A embalagem é inspecionada, resfriada, etiquetada e encaminhada para conservação refrigerada.

Antes de seguir para o expositor, a equipe deve conferir se há falhas na solda, vazamentos, excesso de líquido ou qualquer perfuração no saco.

“O equipamento precisa entregar uma boa retirada de ar e uma solda segura. Uma embalagem bonita, mas com solda inadequada, não vai proteger o produto como deveria”, alerta Abílio Corrêa.


Quais são as vantagens para o açougue?

Maior proteção contra o oxigênio

A retirada do ar reduz o contato da carne com o oxigênio presente no interior da embalagem. Isso pode desacelerar determinados processos de oxidação e alterações de qualidade.

O desempenho depende do nível de barreira do saco, da integridade da solda, da temperatura e das condições de conservação.

Possibilidade de ampliar a vida útil

Com higiene, refrigeração, cadeia de frio e processo tecnicamente validado, a embalagem a vácuo termoencolhível pode contribuir para ampliar a vida útil comercial das carnes.

O supermercado ganha uma janela maior para vender determinados cortes, organizar a produção e planejar a reposição. Isso pode ajudar a reduzir perdas, mas o prazo de validade nunca deve ser definido apenas com base no tipo de embalagem.

Melhor apresentação

Depois do encolhimento, o saco acompanha o formato da peça. Isso elimina o excesso de embalagem e valoriza a visualização da carne.

No autosserviço, a apresentação influencia diretamente a percepção do consumidor. Um corte bem porcionado, embalado, etiquetado e exposto transmite organização e profissionalismo.

Menos manipulação no balcão

Os produtos podem ser preparados, pesados, embalados e identificados antecipadamente. O cliente faz a escolha diretamente no expositor, reduzindo parte da demanda por atendimento no balcão.

Isso não elimina o trabalho do açougueiro. Pelo contrário: permite que a equipe dedique mais tempo à produção, à padronização, ao controle de qualidade e ao atendimento especializado.

Criação de produtos com valor agregado

A tecnologia abre espaço para trabalhar:

  • cortes porcionados;

  • peças inteiras;

  • carnes temperadas;

  • kits para churrasco;

  • produtos prontos para preparo;

  • cortes especiais;

  • embalagens familiares;

  • porções destinadas a diferentes perfis de consumo.

Cada aplicação deve seguir os critérios sanitários, técnicos e de conservação adequados.


Como escolher uma seladora a vácuo para açougue?

Segundo Abílio Corrêa, a primeira pergunta não deve ser “qual é a melhor máquina?”, mas sim “qual equipamento atende ao meu processo?”.

Antes da compra, o supermercadista precisa avaliar:

  • quantos quilos serão embalados diariamente;

  • quais cortes entrarão na câmara;

  • qual é o tamanho da maior peça;

  • quantos pacotes precisam ser produzidos por hora;

  • quais tipos de saco serão utilizados;

  • se haverá produtos com líquidos ou marinadas;

  • qual é a estrutura elétrica disponível;

  • quem realizará a operação;

  • como serão feitas a limpeza e a manutenção;

  • se a produção tende a crescer.

Uma máquina pequena para um volume elevado pode criar filas, atrasos e desgaste prematuro. Por outro lado, um equipamento acima da necessidade pode representar investimento e ocupação de espaço desnecessários.

A solução deve acompanhar a realidade e os objetivos da operação.


Equipamento, embalagem e processo devem trabalhar juntos

Um dos erros mais comuns é acreditar que apenas a compra da seladora será suficiente para aumentar a vida útil da carne.

A máquina é uma parte do sistema. Também são necessários:

  • embalagem compatível;

  • produto com boa qualidade inicial;

  • manipulação higiênica;

  • temperatura controlada;

  • solda sem falhas;

  • cadeia de frio;

  • limpeza dos equipamentos;

  • treinamento dos operadores;

  • etiquetagem e rastreabilidade;

  • validade tecnicamente definida.

A embalagem a vácuo não esteriliza o alimento e não substitui a refrigeração. Também não corrige problemas de qualidade ou falhas anteriores à embalagem.

“O açougue precisa pensar no processo completo. Quando máquina, embalagem, equipe e temperatura trabalham de forma padronizada, o resultado aparece na apresentação, na produtividade e na conservação do produto”, explica Abílio.


Soluções AXISVAC para diferentes operações

A AXISVAC trabalha com equipamentos e embalagens a vácuo para supermercados, açougues, restaurantes, indústrias e centrais de produção.

Entre as soluções disponíveis estão:

  • seladoras a vácuo de pequeno a grande porte;

  • equipamentos com diferentes tamanhos de câmara;

  • máquinas com uma ou duas barras de selagem;

  • tanques de encolhimento manuais;

  • tanques de encolhimento automáticos;

  • sacos a vácuo convencionais;

  • sacos a vácuo termoencolhíveis;

  • soluções para diferentes volumes e aplicações.

O trabalho de Abílio Corrêa é analisar o objetivo do cliente, conhecer o volume de produção e indicar uma estrutura compatível com a operação.

“Temos a máquina certa para diferentes modelos de autosserviço. O mais importante é entender o que o açougue pretende produzir e montar uma solução que realmente entregue resultado”, conclui o especialista.


A embalagem pode transformar o autosserviço do açougue

A embalagem a vácuo termoencolhível não deve ser vista apenas como uma forma de colocar carne dentro de um saco. Ela faz parte de uma estratégia para proteger o produto, organizar a produção, melhorar a exposição e oferecer mais praticidade ao consumidor.

Quando o supermercado escolhe corretamente a seladora, o tanque de encolhimento e a embalagem, cria condições para desenvolver um autosserviço mais profissional e eficiente.

Para conhecer os equipamentos, os sacos termoencolhíveis e as soluções mais adequadas para o seu açougue, entre em contato com a equipe da AXISVAC.


Máquina seladora a vácuo inox AXISVAC com painel e botões vermelhos e verdes em sala vazia.
Máquina de vácuo AXISVAC de aço inox com tampa azul e painel frontal, em sala branca, sem pessoas.
Pessoa ajusta seladora a vácuo AXISVAC com cortes de carne embalados em sacos, em cozinha industrial.

Perguntas e respostas

Quais equipamentos são necessários para embalar carnes a vácuo? Os principais equipamentos são uma seladora a vácuo e, no caso de sacos termoencolhíveis, um tanque de encolhimento manual ou automático.

Como funciona o saco termoencolhível para carnes? Depois da retirada do ar e da selagem, o pacote é submetido à água quente. O saco encolhe e se ajusta ao formato da carne, proporcionando maior resistência e melhor apresentação.

Qual é a melhor seladora a vácuo para açougue? A escolha depende do volume de produção, do tamanho das peças, da capacidade da câmara, da bomba de vácuo e da produtividade desejada.

O saco termoencolhível aumenta a vida útil da carne? Ele pode contribuir para ampliar a vida útil quando utilizado com higiene, refrigeração, cadeia de frio e validade tecnicamente validada.

Qual é a diferença entre tanque manual e automático? No tanque manual, o operador realiza a imersão do pacote. O automático é indicado para operações de maior volume e oferece mais produtividade e repetibilidade.

Onde comprar equipamentos e embalagens a vácuo para açougue? A AXISVAC oferece seladoras a vácuo, tanques de encolhimento e embalagens para açougues, supermercados, restaurantes, indústrias e centrais de produção.

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